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Inteligência, humana e artificial, associada ao Process Mining são bases do Open Finance

  • Foto do escritor: BP Consultores
    BP Consultores
  • 12 de abr. de 2022
  • 2 min de leitura

Atualizado: 18 de abr. de 2022

Novo desenho financeiro do país tem no preparo de pessoas e na qualidade dos sistemas por elas utilizados, fatores primordiais na análise de um volume inédito de informações.

Extrair sempre o máximo dos dados compartilhados sob a bandeira do Open Finance, em benefício do sistema financeiro e dos seus milhões de usuários, certamente depende de uma soma de fatores. Alguns deles já são sobejamente conhecidos, em virtude do papel que desempenharam nas etapas anteriores de todo esse processo, que caminha a passos largos desde a última virada de século.


É o caso, por exemplo, da transformação cultural de equipes habituadas a procedimentos que rapidamente começam a ser vistos no retrovisor do segmento, vários deles nem tão envelhecidos assim, sob o aspecto cronológico, mas guindados à obsolescência pela velocidade com que novidades como o Pix tomaram a cena.


O mesmo se aplica à necessidade da Inteligência Artificial para assegurar a máxima redução de riscos num ambiente onde tudo passou a acontecer muito rápido, contudo, com precisão ampliada de forma proporcional, o mesmo ocorrendo com a cibersegurança, atacada com volúpia crescente pelos criminosos digitais.


Pesquisa da Febraban mostra a tecnologia de Process Mining em 2o. lugar nos orçamentos do setor bancário.

Presumidas por muita gente na área, tendências como essas foram corroboradas pela recém realizada 30ª edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, produzida em conjunto com a Deloitte. Foram ouvidos pelo levantamento executivos de 24 instituições, que foram pródigos em declarar o aumento de investimentos tecnológicos neste ano.


A tendência é que superem a média histórica, em torno de 10% de seu orçamento, voltado à Tecnologia da Informação (TI), o que representou algo em torno de R$ 2,5 bilhões em 2021.

Big Data e cloud pública mereceram resposta positiva neste sentido de 94% dos entrevistados, vindo em seguida, Process Mining (78%), internet das coisas (75%), blockchain (67%) e computação quântica (50%).


Segundo os organizadores do estudo, a tecnologia vem atuando em melhorias nos serviços bancários, estreitando o relacionamento com o mercado, ao viabilizar um atendimento cada vez mais personalizado e consultivo.


O uso da IA:


A Inteligência Artificial, em particular, é tida na área como fator importante de automação, favorecendo enormemente a eficiência nos campos operacional e de controle, além de aprimorar a experiência do cliente em canais digitais, por meio de chatbots e assistentes virtuais, possibilitando tomadas de decisão a partir do cruzamento de dados.


Outra parte importante atribuída a IA é a automação de processos no campo da análise de crédito e na cobrança, a exemplo da definição de regras para o controle de acesso e sistemas antifraude.


Tudo isso, somado, tornou o Brasil um dos líderes mundiais em infraestrutura bancária, graças a uma expertise acumulada ao longo de pelo menos trinta anos, um coro recém engrossado por fintechs e startups que tornaram bem mais plural o ato de o brasileiro ter um parceiro financeiro para chamar de seu.


Adaptado por BP Business Performance

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